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	<title>Nova Participações</title>
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	<description>Companhia controladora da Nova Engevix Engenharia e Projetos S.A. e Nova Engevix Construções e Montagens S.A.</description>
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	<title>Nova Participações</title>
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		<title>Inauguração da Primeira Estação do VLT de Salvador</title>
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				<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:43:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nova Participações]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>No dia 17 de junho, foi inaugurada a primeira estação do VLT de Salvador e Região Metropolitana, a Estação Calçada, marco importante para a mobilidade urbana da capital baiana e para a revitalização de um dos mais tradicionais patrimônios ferroviários do estado. Inaugurada originalmente em...</p>
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<p>No dia 17 de junho, foi inaugurada a primeira estação do VLT de Salvador e Região Metropolitana, a Estação Calçada, marco importante para a mobilidade urbana da capital baiana e para a revitalização de um dos mais tradicionais patrimônios ferroviários do estado.</p>



<p>Inaugurada originalmente em 1860, a Estação de Trens da Calçada foi o ponto inicial da linha férrea que conectava Salvador à cidade de Juazeiro. Ao longo de sua história, a edificação passou por diversas transformações até ser desativada em 2021, juntamente com o sistema ferroviário do Subúrbio, para dar lugar à implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).</p>



<div style="height:60px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2026/06/Inaug-VLT-Salvador1-1024x768.jpeg" alt="" data-id="23173" data-link="https://www.novaparticipacoes.com/?attachment_id=23173" class="wp-image-23173" srcset="https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2026/06/Inaug-VLT-Salvador1-1024x768.jpeg 1024w, https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2026/06/Inaug-VLT-Salvador1-300x225.jpeg 300w, https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2026/06/Inaug-VLT-Salvador1-768x576.jpeg 768w, https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2026/06/Inaug-VLT-Salvador1.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img src="https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2026/06/Inaug-VLT-Salvador2-1024x768.jpeg" alt="" data-id="23174" data-link="https://www.novaparticipacoes.com/?attachment_id=23174" class="wp-image-23174" srcset="https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2026/06/Inaug-VLT-Salvador2-1024x768.jpeg 1024w, https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2026/06/Inaug-VLT-Salvador2-300x225.jpeg 300w, https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2026/06/Inaug-VLT-Salvador2-768x576.jpeg 768w, https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2026/06/Inaug-VLT-Salvador2.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li></ul>



<p>O projeto de requalificação buscou modernizar a infraestrutura da estação, garantindo segurança, funcionalidade e acessibilidade, sem abrir mão da preservação de suas características arquitetônicas históricas do século XIX. A entrega da Estação Calçada representa um passo significativo na implantação do novo sistema de transporte, que contribuirá para a integração entre bairros, a redução dos tempos de deslocamento e a conexão com outros modais de mobilidade urbana.</p>



<p>A Nova Engevix Engenharia tem participação estratégica neste empreendimento desde as etapas iniciais de sua concepção. Atuando de forma integrada ao longo de todo o desenvolvimento do projeto, a empresa é responsável pela certificação dos projetos, supervisão técnica das obras e suporte à implantação dos sistemas operacionais, ambientais e sociais. Sua atuação tem sido fundamental para assegurar a qualidade, a conformidade técnica e a eficiência da execução de um dos mais relevantes projetos de infraestrutura e mobilidade urbana da Bahia.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2026/06/Inaug-VLT-Salvador3-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-23175" srcset="https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2026/06/Inaug-VLT-Salvador3-1024x768.jpeg 1024w, https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2026/06/Inaug-VLT-Salvador3-300x225.jpeg 300w, https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2026/06/Inaug-VLT-Salvador3-768x576.jpeg 768w, https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2026/06/Inaug-VLT-Salvador3.jpeg 1578w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Temos grande orgulho de
contribuir para um projeto que irá transformar a mobilidade na Bahia, ampliando
a integração entre regiões, promovendo desenvolvimento e melhorando a
experiência de deslocamento da população. </p>
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		<title>Projeto BIM identifica mais de 16 mil interferências e otimiza planejamento da futura Linha 19</title>
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				<pubDate>Thu, 08 May 2025 13:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nova Participações]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>28 de abril de 2025 Revistaoe Com previsão de lançamento do edital do projeto executivo, obras civis e sistemas ainda para este primeiro trimestre de 2025, a Linha 19-Celeste, entre Anhangabaú e Guarulhos, que terá suas obras licitadas pelo Metrô de São Paulo em um...</p>
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<p class="has-small-font-size"><a href="https://revistaoe.com.br/linha-19-celeste-metro-sao-paulo/">28 de abril de 2025</a>  Revistaoe</p>



<p>Com previsão de lançamento do edital do projeto executivo, obras civis e sistemas ainda para este primeiro trimestre de 2025, a Linha 19-Celeste, entre Anhangabaú e Guarulhos, que terá suas obras licitadas pelo Metrô de São Paulo em um prazo otimista – iniciadas em 2026 e concluídas em seis anos. O ramal, que contará com 17,6 km de extensão em um percurso de 15 estações, deve ficar pronto em 2032, segundo informações divulgadas recentemente pelo Metrô de São Paulo. </p>



<p>Antes do início do projeto executivo, o projeto básico para implantação da Linha -19 do Metrô SP já foi concluído, sendo desenvolvido pelo Consórcio MNEPIE. O megaprojeto com alta complexidade compreende a uma linha 100% subterrânea, em regiões altamente adensadas e que, segundo os autores do projeto da MNEPIE, apresentam grandes problemas de compatibilização, tendo em vista o volume de disciplinas envolvidas, além das dificuldades encontradas quanto às interferências de inserção urbana de uma linha de metrô. </p>



<p>Diante deste desafio, o Consórcio fez uso da tecnologia BIM (Building Information Modeling) desde o início do projeto para otimizar o planejamento e principalmente visualizar todas as interferências com alto grau de precisão, possibilitando maior assertividade durante o processo de elaboração dos projetos.</p>



<p><br>Segundo o MNEPIE, “este é o primeiro projeto do Metrô concebido desde o início com modelagem tridimensional de todas as disciplinas do projeto, permitindo uma integração mais eficiente entre as áreas de arquitetura, engenharia e operação”.</p>



<p><br>Para os desenvolvedores do projeto, “a aplicação do BIM possibilita uma visualização detalhada das construções, facilitando ajustes antes da implantação efetiva do projeto”.</p>



<h2>SOBRE A ELABORAÇÃO DO PROJETO</h2>



<p><br>Além das estações, toda a via permanente foi modelada em 3D, permitindo a otimização do traçado. Tecnologias como o Laser Scan foram utilizadas nas estações Anhangabaú e São Bento para criar nuvens de pontos tridimensionais, fornecendo informações precisas para a integração entre linhas.</p>



<p><br>A modelagem em BIM também foi aplicada para representar detalhadamente elementos como o Pátio Vila Medeiros e saídas de emergência, permitindo uma compreensão abrangente das estruturas antes da construção.</p>



<p><br>De acordo com o Consórcio, o uso da metodologia BIM possibilitou realizar com bastante precisão a identificação de interferências e inconsistências, visando a compatibilização dos projetos de maneira eficaz, eliminado a metodologia de sobreposição de pranchas, bastante ineficiente para essa finalidade.</p>



<p>Ao todo, foram 16.308 incompatibilidades (ISSUES) relacionadas a conflitos físicos, não conformidades e ausência de informação técnica, que, segundo o Consórcio, foram devidamente ajustadas e que, certamente, não seriam identificadas nesse volume se fosse utilizado o processo convencional de sobreposição de pranchas.</p>



<p><br>Por fim, segundo o MNEPIE, a adoção do BIM na Linha 19-Celeste representou um avanço significativo, resultando em maior eficiência, precisão e economia de recursos ao longo de todo o ciclo de vida do empreendimento. Durante a elaboração dos projetos, o Consórcio observou inúmeros ganhos como assertividade no levantamento de quantidades de insumos e a facilitação de visualização de incompatibilidades.</p>



<h2>Sobre a Linha 19</h2>



<p><br>A Linha 19-Celeste, entre Anhangabaú e Guarulhos, percorrerá por 15 estações – com início na Estação Anhangabaú e seguirá em direção ao norte, passando por bairros como Vila Maria e Vila Medeiros,<br>até alcançar o Bosque Maia, em Guarulhos.</p>



<p><br>Ela será integrada a outras linhas do sistema metroferroviário, permitindo conexões com:</p>



<ul><li>Linha 3 – Vermelha na Estação Anhangabaú;</li><li>Linha 1 – Azul na Estação São Bento;</li><li>Linha 11 – Coral da CPTM na Estação Pari;</li><li>Linha 2 – Verde na futura Estação Dutra.</li></ul>



<p>Segundo informações divulgadas pelo Metrô de SP, a Linha 19-Celeste deverá ser dividida em três lotes diferentes. Até o fechamento desta edição, não havia sido definida a divisão exata dos serviços e a divulgação do edital, mas, segundo o Metrô, pela localização da linha pode-se supor que dois lotes sejam relativos ao município de São Paulo e um deles em Guarulhos.</p>



<p><br>De acordo ainda com anúncio feito pelo governador Tarcísio de Freitas, em fevereiro, a Linha 19-Celeste contará com três tuneladoras operando simultaneamente, a fim de acelerar as obras.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img src="https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2025/05/image-5.png" alt="" class="wp-image-20548" srcset="https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2025/05/image-5.png 313w, https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2025/05/image-5-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 313px) 100vw, 313px" /></figure></div>



<h2>Conheça os autores</h2>



<p><br>Silvio Nicolau – Diretor Op. Maubertec | Vanessa dos Santos Kanazawa – Diretora de Infraestrutura Nova Engevix Engenharia | Irineu Venâncio Diretor Polux Eng | Flavia Albertoni – Diretoria de Infraestrutura<br>Intertechne | Fernando Rebouças Stucchi – Sócio Diretor.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img src="https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2025/05/image-6.png" alt="" class="wp-image-20547"/></figure></div>
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		<item>
		<title>“População não compreende a importância das barragens”, diz presidente de comitê nacional</title>
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				<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 19:35:39 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>A opinião é do presidente do Comitê Brasileiro de Barragens (CBDB), Miguel Sória. Por: Renato Igor 13/10/2023 &#8211; 14:31 www.nsctotal.com.br. O brasileiro não compreende a importância e a potencialidade das barragens. A opinião é do presidente do Comitê Brasileiro de Barragens (CBDB), Miguel Sória, em...</p>
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<p class="has-small-font-size"> A opinião é do presidente do Comitê Brasileiro de Barragens (CBDB), Miguel Sória.</p>



<p class="has-small-font-size">Por:  <a href="https://www.nsctotal.com.br/colunistas/renato-igor">Renato Igor</a>  13/10/2023 &#8211; 14:31  www.nsctotal.com.br.</p>



<p>O brasileiro não compreende a importância e a potencialidade das barragens. A opinião é do presidente do Comitê Brasileiro de Barragens (CBDB), Miguel Sória, em entrevista exclusiva concedida à CBN Floripa na última terça-feira (10). </p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2023/11/Taio-1-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-16478" srcset="https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2023/11/Taio-1-1024x768.jpeg 1024w, https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2023/11/Taio-1-300x225.jpeg 300w, https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2023/11/Taio-1-768x576.jpeg 768w, https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2023/11/Taio-1.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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		<title>Artigo: Mudanças climáticas e um novo paradigma para as barragens</title>
		<link>https://www.novaparticipacoes.com/noticias/artigo-mudancas-climaticas-e-um-novo-paradigma-para-as-barragens/</link>
				<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 19:24:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nova Participações]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Maior umidade e sua convergência dentro de ciclones e tempestades extratropicais e tropicais tem como consequência eventos de precipitação mais intensos. Por: DIEGO D. BAPTISTA DE SOUZA, mestre em engenharia de recursos hídricos e ambiental, e presidente da Nova Engevix Engenharia. Depois do calor extremo...</p>
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<p class="has-small-font-size">Maior umidade e sua convergência dentro de ciclones e tempestades extratropicais e tropicais tem como consequência eventos de precipitação mais intensos.</p>



<p class="has-small-font-size">Por:  <strong>DIEGO D. BAPTISTA DE SOUZA</strong>, mestre em engenharia de recursos hídricos e ambiental, e presidente da Nova Engevix Engenharia.</p>



<p>Depois do calor extremo em julho, em que a temperatura média global esteve 1,5°C acima da era pré-industrial, e em agosto, quando a cidade de São Paulo, por exemplo, registrou sua maior temperatura histórica para o período, agora são as chuvas intensas e os ciclones que vieram informar tempos difíceis no que se refere ao clima. A cidade de Derna, na Líbia, ficou praticamente submersa depois que o ciclone Daniel atingiu o país, provocando o rompimento de duas barragens e quatro pontes.</p>



<p>O aquecimento global gera mais evapotranspiração do solo e das plantas, aumentando,&nbsp; consequentemente, as secas e a umidade no ar. Essa maior umidade e sua convergência dentro de ciclones e tempestades extratropicais e tropicais tem como consequência eventos de precipitação mais intensos. Segundo o IPCC-AR6, cada grau celsius de temperatura a mais na atmosfera corresponde a um potencial de 7% a mais nos eventos de precipitação. Em outras palavras, o aumento da temperatura já mudou e continua alterando o ciclo da água no planeta.</p>



<p>Os desastres trazem preocupação para diversas áreas — e a resiliência das barragens frente aos impactos das mudanças climáticas já é uma preocupação mundial. Um alerta que constou na pauta da Reunião da Comissão Internacional de Grandes Barragens, em junho, em Gotemburgo, na Suécia. Entrou nessa discussão também a crescente importância das barragens em um mundo com mais demanda de água e, ao mesmo tempo, com mais escassez hídrica.</p>



<p>No Brasil, temos pelo menos 10 mil barragens, de pequeno a grande porte. A maior parte construída com base em premissas hidrológicas pré-mudanças climáticas, ou seja, sem considerar os riscos advindos da intensificação dos eventos extremos. A não consideração destes riscos ocorre inclusive em países do primeiro mundo, onde pouquíssimos proprietários de barragem ou órgãos reguladores têm uma estrutura ordenada ou cientificamente defensável para descrever os efeitos das alterações climáticas nas precipitações extremas.</p>



<p> Para o caso de adaptar as barragens às chuvas mais intensas, ações devem ser feitas considerando a direção das mudanças climáticas e as metodologias mais apropriadas para a barragem ou sistema específico. Também deve-se considerar o tamanho e/ou classificação de consequência de uma barragem. É provável que se adote uma ação diferenciada para pequenas barragens em comparação às grandes: as primeiras foram projetadas para critérios mais baixos e podem ser impactadas de forma diferente. </p>



<p> Na prática, isto significa, garantir que as barragens existentes sejam resilientes às mudanças climáticas. Isto demandará investimentos em estudos hidrológicos, considerando análises mais robustas, incluindo verificação de hipóteses de estacionaridade de séries, análises de riscos e cenários das cheias máximas prováveis, e, para muitos casos, obras de adaptação (retrofit), tanto em aumento dos órgãos extravasores, quanto em alteamento das barragens. Soluções mais inteligentes e eficazes de operação também serão necessárias, como melhora do monitoramento e da previsão hidrometeorológica e revisão de regras de operação dos reservatórios. </p>



<p>Considerando o enorme contingente de barragens existentes, isso exigirá um investimento muito grande nas próximas décadas, sendo o próximo paradigma a ser vencido no setor barrageiro brasileiro, que ainda não incorporou em seus planejamentos essa nova condição.</p>



<p>Concomitantemente, às chuvas mais intensas, tem-se o aumento da evapotranspiração e das secas, que, somado à crescente demanda por água potável no planeta, volta a colocar em evidência a necessidade da construção de novas barragens para prover água nos momentos de escassez. De acordo com o World Bank Group, atualmente cerca de 60% da população mundial vive alguma forma de restrição de água e, até 2050, a demanda por água aumentará entre 20% e 30%. Olhando para as últimas décadas, enquanto a população mundial dobrou nos últimos 50 anos, o estoque de água potável no globo reduziu em cerca de 27 trilhões de metros cúbicos. Ou seja, há um ‘gap’ no estoquede água necessário para o bem-estar da humanidade, e todos os indícios apontam que isso só tende a aumentar no futuro.</p>



<p>Enquanto as barragens são ‘demonizadas’ por parcela considerável da sociedade, em função de seus impactos socioambientais, em um futuro próximo, com a escassez e a demanda crescentes por água limpa e potável, aliadas às mudanças climáticas, pode haver um ’renascimento’ dessas estruturas. Elas são catalisadoras da transição energética, tendo em vista suas características únicas, como produzir energia sem emissão de carbono; controlar as cheias afluentes, reduzindo as cotas de inundação a jusante; trazer flexibilidade de despacho aos grids elétricos, garantindo energia de backup para as gerações eólica e solar; bem como armazenamento de água potável, entre outros, como recreação, turismo, irrigação e piscicultura. O futuro levará, necessariamente, à uma reanálise dos atuais trade-offs socioambientais associados às barragens.</p>



<p>Diante deste momento único que lidamos, urge aos fazedores de política e tomadores de decisão considerarem o tema de construções de novas barragens. No passado recente, o governo e o setor falharam em não comunicar corretamente à sociedade os benefícios das barragens. Agora, face ao novo paradigma das mudanças climáticas, essa discussão é imprescindível.</p>



<p>Acesse o Artigo publicado em <a rel="noreferrer noopener" aria-label="www.correiobraziliense.com.br (abre numa nova aba)" href="https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2023/10/5129971-artigo-mudancas-climaticas-e-um-novo-paradigma-para-as-barragens.html" target="_blank">www.correiobraziliense.com.br</a>.</p>
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		<item>
		<title>Hidrogênio verde tem que ser uma política de Estado</title>
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				<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 19:13:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nova Participações]]></dc:creator>
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<p>Por:  RICARDO FERRACIN<strong> </strong>16/08/2023 &#8211; 17:40 Em: dinheirorural.com.br</p>



<p>O mundo tem buscado de forma acelerada alternativas de energia renovável, especialmente por um combustível do futuro — ou seja, limpo, com zero ou reduzida emissão de carbono. O hidrogênio desponta com esse candidato e, não à toa, somente a Europa está apostando forte nessa fonte, com subsídios próximos de três bilhões de euros, apostando numa geração de 5,4 milhões de empregos até 2050. O Banco Mundial, o Inter-American Development Bank e a Morgan Doyle também estão na praça, de olho nessa área.</p>



<p>E o Brasil tem potencial, infraestrutura e conhecimento técnico para ser um fornecedor global da versão verde desse elemento. Além dos benefícios ambientais, é uma oportunidade histórica de transição energética, com capacidade para reforçar nossa já proeminente posição no mundo na geração de energia limpa.</p>



<p>Hoje, 92% de nossa matriz energética é renovável — além das hidrelétricas, estamos muito avançados em fontes eólica e solar. Com a interligação do nosso sistema, podemos ter eletrolisadores conectados diretamente à rede de transmissão, 24 horas por dia, todos os dias. Atributos que não só qualificam o país para essa produção, como nos tornam mais competitivos — com o hidrogênio mais barato do mundo a um custo inferior a US$ 1 por quilo até 2030.</p>



<p>Por aqui, segundo o Ministério de Minas e Energia, temos três projetos em escala industrial em curso, nos portos de Pecém (CE), Suape (PE) e Açu (RJ). São iniciativas importantes, mas precisamos ir além, aproveitando nosso reconhecido potencial de sustentabilidade e a corrida global pela descarbonização da economia.</p>



<p>Devemos, assim, transformar o hidrogênio em uma política de estado, que vá além de projetos e hubs de inovação. Necessitamos de&nbsp; planejamento, de um plano nacional de desenvolvimento envolvendo não apenas a produção do hidrogênio verde, mas também<br>seu transporte e exportação.</p>



<p>O hidrogênio verde surge, assim, como uma força para impulsionar o desenvolvimento do país, com geração de postos de trabalho e inovação. O caminho está aberto para o Brasil despontar nesse setor — cabe-nos, agora, aproveitar essa chance, de forma estruturada, para avançarmos e não perdemos as oportunidades que se apresentam.</p>



<p><strong>*Consultor em Hidrogênio da Nova Engevix e membro do grupo de trabalho de hidrogênio verde do Instituto de Energia Limpas (Inel)</strong></p>
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		<title>Nova Engevix lidera Plano de  Segurança da Água em municipios do RS</title>
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				<pubDate>Fri, 04 Aug 2023 22:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nova Participações]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Por: Olitoraneo 20/06/2023</p>
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<p>Por: Olitoraneo 20/06/2023</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2023/08/Capturar.png" alt="" class="wp-image-15711" srcset="https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2023/08/Capturar.png 717w, https://www.novaparticipacoes.com/wp-content/uploads/2023/08/Capturar-240x300.png 240w" sizes="(max-width: 717px) 100vw, 717px" /></figure>
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		<title>PIB do hidrogênio verde’ se articula por política industrial</title>
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				<pubDate>Fri, 04 Aug 2023 21:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nova Participações]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Grupo de empresas mobiliza GT no governo; iniciativa também promete movimentar Congresso Nacional em 2023. Por: Nayara Machado 16 de março de 2023. Um grupo de empresas que, juntas, podem produzir até&#160;1,5 milhão de toneladas&#160;de hidrogênio verde (H2V) por ano no Brasil levou propostas ao...</p>
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<p class="has-small-font-size">Grupo de empresas mobiliza GT no governo; iniciativa também promete movimentar Congresso Nacional em 2023.</p>



<p class="has-small-font-size">Por: Nayara Machado  16 de março de 2023.</p>



<p>Um grupo de empresas que, juntas, podem produzir até<strong>&nbsp;1,5 milhão de toneladas&nbsp;</strong>de hidrogênio verde (H2V) por ano no Brasil levou propostas ao governo Lula (PT) para uma estratégia nacional, com foco em infraestrutura e política industrial.</p>



<p>A ação, organizada pelo Inel (Instituto Nacional de Energia Limpa), se encontrou com o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin (PSB) e com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD/MG) na quarta (15/3).</p>



<p>E acertou a criação de um Grupo de Trabalho Interministerial (GT) que ficará sob o guarda-chuva da Secretaria de Planejamento e Transição Energética do MME.</p>



<p>Na prática, o grupo formado por stakeholders como Vale,&nbsp;<a href="https://epbr.com.br/assunto/porto-do-acu/">Porto do Açu</a>,&nbsp;<a href="https://epbr.com.br/aes-brasil-assina-pre-contrato-para-producao-de-2-gw-de-hidrogenio-verde-no-pecem/">AES Brasil</a>,&nbsp;<a href="https://epbr.com.br/edp-produz-sua-primeira-molecula-de-hidrogenio-verde-no-ceara/">EDP</a>,&nbsp;<a href="https://epbr.com.br/shell-e-raizen-se-lancam-no-hidrogenio-de-etanol/">Raízen</a>, Huawei, Nova Engevix, Quinto Energy, Thyssenkrupp e&nbsp;<a href="https://epbr.com.br/unigel-amplia-projeto-de-hidrogenio-verde-na-bahia-e-preve-us-15-bilhao/">Unigel</a>&nbsp;busca participação maior nas discussões do Programa Nacional do Hidrogênio (PNH2), lançado no governo anterior, mas que&nbsp;<a href="https://epbr.com.br/plano-para-o-hidrogenio-verde-brasil-corre-ou-perde-o-bonde/">ainda carece de metas e objetivos claros</a>.</p>



<p>“Temos visto várias iniciativas falando de hidrogênio, mas sentimos a necessidade de uma ação coordenada”, conta&nbsp;<strong>Frederico Freitas</strong>, secretário de Hidrogênio Verde do Inel.</p>



<p>Pelo mapeamento da associação, apenas a carteira de projetos anunciados no país já soma&nbsp;<strong>US$ 30 bilhões&nbsp;</strong>e a previsão é que esse número tenha um incremento significativo em 2023, conforme países europeus começam a lançar suas primeiras concorrências internacionais para aquisição de derivados.</p>



<ul><li><strong><em>Na epbr:&nbsp;</em></strong><em><a href="https://epbr.com.br/como-sera-o-primeiro-leilao-de-hidrogenio-verde-do-mundo/">Como será o primeiro leilão de hidrogênio verde do mundo</a></em></li></ul>



<p>Aqui no Brasil, os projetos dos players associados ao Inel demandarão mais de&nbsp;<strong>15 GW de novas usinas&nbsp;</strong>de energias renováveis; 8 milhões de módulos fotovoltaicos instalados; 1.500 aerogeradores eólicos; 60 TWh/ano de eletricidade; e mais de&nbsp;<strong>1.200 km de novas linhas de transmissão</strong>.</p>



<p>Para Freitas, essas empresas representam o “PIB do hidrogênio verde barsileiro”.</p>



<p>“Se algum projeto for rodar nos próximos dois anos – e vai – será pelas mãos dessas empresas”.</p>



<h3>Eixos prioritários</h3>



<p>O&nbsp;<a href="https://epbr.com.br/regulacao-do-hidrogenio-falta-tudo-mas-futuro-e-promissor/">futuro é promissor, mas falta quase tudo</a>&nbsp;para começar a virar realidade.</p>



<p>Nos documentos entregues aos ministros, o Inel define algumas prioridades indicadas como “as dores” dos investidores hoje, como uma infraestrutura elétrica “robusta, resiliente e com custos competitivos, capaz de prover altíssimas capacidades energéticas”. Além de redes de gasodutos para escoamento da produção.</p>



<p>No eixo de&nbsp;<strong>política industrial</strong>, a preocupação é com o domínio tecnológico para a produção de equipamentos, como eletrolisadores, reformadores de biogás, compressores de gás hidrogênio, sistemas de armazenamento e células combustível.</p>



<p>“Isso depende de medidas estruturantes entre as quais a elaboração de uma política industrial que impulsione a produção de equipamentos e a prestação de serviços com incentivos ao financiamento para descarbonizar setores e segmentos potencialmente competitivos”, diz o documento.</p>



<h3>Mobilização parlamentar</h3>



<p>Agenda também promete movimentar o Congresso Nacional este ano.&nbsp;No Senado, Cid Gomes (PDT/CE) vai presidir a&nbsp;<a href="https://legis.senado.leg.br/comissoes/comissao?codcol=2589&amp;utm_source=pol%C3%ADtico+epbr&amp;utm_campaign=b882e700d1-politico202100602_COPY_01&amp;utm_medium=email&amp;utm_term=0_669889231b-b882e700d1-452864841">Comissão Especial do Hidrogênio Verde</a>, que terá Otto Alencar (PSD/BA) como relator.</p>



<p>Enquanto o Inel movimenta a criação de uma frente parlamentar para o H2V, presidida pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede/AP), líder do governo, e coordenada pelo deputado Lafayette de Andrada (Republicanos/MG).</p>



<p>Mas considera prematuro declarar apoio aos projetos de lei que atualmente estão no Congresso.</p>



<p>“Obviamente, o país e as empresas têm pressa. Há um conjunto de eixos que são consensos entre as companhias de um modo geral, mas eu não sei se, no dia de hoje, já temos um projeto de lei na mão para sair defendendo”, comenta&nbsp;<strong>Heber Galarce</strong>, presidente do Inel.</p>



<p>Ele acredita que falta “estressar positivamente” a matéria, para atingir um grau de maturidade maior.</p>



<p>As propostas na mesa são o&nbsp;<a href="https://epbr.com.br/lei-do-hidrogenio-proposta-preve-meta-de-insercao-em-gasodutos/">PLS 725/22, do ex-senado Jean Paul Prates</a>, hoje presidente da Petrobras, e o&nbsp;<a href="https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=9180876&amp;ts=1658512959345&amp;disposition=inline">PLS 1878/22</a>, que regula a produção e usos para fins energéticos do hidrogênio verde.</p>



<p>Freitas avalia que ambas não dão a devida atenção ao potencial brasileiro de produção do H2 a partir de rotas biológicas, como reforma do etanol e do biometano.</p>



<p>“Tanto o Congresso quanto o Executivo precisam compreender toda a potencialidade para a gente quebrar um pouquinho esse monopólio da eletrólise”, defende.</p>



<p>“O Brasil tem um grande potencial de eletrólise, mas também tem como potencializar outros setores econômicos”, conclui.</p>



<p> Matéria original clique <a rel="noreferrer noopener" aria-label="aqui (abre numa nova aba)" href="https://epbr.com.br/pib-do-hidrogenio-verde-se-articula-por-politica-industrial/" target="_blank">aqui</a>.<br></p>
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		<title>Vídeo Institucional &#8211; Usina Hidrelétrica São Roque.</title>
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				<pubDate>Fri, 02 Dec 2022 17:52:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nova Participações]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Depois de 11 anos em construção e 1,1 bilhão de reais investidos, o Grupo Nova Participações concluiu a construção do seu maior ativo: a Usina Hidrelétrica São Roque. Localizada no Rio Canoas, entre os municípios de Vargem e São José do Cerrito, em Santa Catarina,...</p>
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<p>Depois de 11 anos em construção e 1,1 bilhão de reais investidos, o Grupo Nova Participações concluiu a construção do seu maior ativo: a Usina Hidrelétrica São Roque.</p>



<p>Localizada no Rio Canoas, entre os municípios de Vargem e São José do Cerrito, em Santa Catarina, São Roque chega para adicionar 142 MW de capacidade instalada ao setor elétrico brasileiro. Isso significa gerar energia para cerca de 400 mil domicílios.</p>



<p>Desde o início da sua implantação, a usina já contava com equipe de consultores e engenheiros ambientais, movidos pelo mesmo ideal: gerar impacto social e ambiental positivos. Geramos empregos, diretos e indiretos, aprimoramos a infraestrutura local, melhoramos a renda anual líquida das populações ribeirinhas e criamos uma série de programas ambientais para cuidar da fauna local. </p>



<p>Somos São Roque! </p>



<center><iframe width="750" height="422" src="https://www.youtube.com/embed/FIXDbpMSWGg" title="Vídeo Institucional - Usina Hidrelétrica São Roque" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></center>
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		<title>Empreiteiras investem no ESG para superar Lava-Jato</title>
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				<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 17:34:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nova Participações]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Por Cintia Salomão &#124; out 31, 2022, integridadeesg.insightnet.com.br. O programa de Integridade da Nova Engevix Uma das maiores empreiteiras do país, a Engevix tinha um faturamento anual na casa dos R$ 3 bilhões nos anos em que o Brasil figurava como sétima economia do planeta. A partir das...</p>
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<p class="has-small-font-size"> Por <a href="https://integridadeesg.insightnet.com.br/autor/cintia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">Cintia Salomão</a> | out 31, 2022, integridadeesg.insightnet.com.br.</p>



<h2>O programa de Integridade da Nova Engevix</h2>



<p>Uma das maiores empreiteiras do país, a Engevix tinha um faturamento anual na casa dos R$ 3 bilhões nos anos em que o Brasil figurava como sétima economia do planeta. A partir das primeiras batidas dos agentes da Operação Lava-Jato à porta da sede de Barueri (SP), a empresa se viu diante de uma hecatombe que ameaçou sua própria existência. Teve sócios presos pela Polícia Federal, vendeu ativos, como a subsidiária de energia Desenvix, e encolheu para menos de um terço do tamanho que tinha.</p>



<p>A partir de 2016, no entanto, a empresa decidiu inaugurar uma nova era, deixando para trás a falta de transparência. Criou um departamento de integridade, mapeou riscos, estabeleceu políticas robustas, criou um canal de denúncias e engajou os dois mil colaboradores por meio de uma comunicação dinâmica direcionada pelo&nbsp;<em>compliance</em>. De volta à lista de possíveis fornecedores da Petrobras, a Nova Engevix mudou de nome, mas pretende chegar à antiga forma.</p>



<p>Em entrevista ao portal <strong>Integridade ESG</strong>, o diretor do departamento de Integridade da Nova Engevix, Adjair da Cunha Santos, revela em detalhes como foi o processo de implantação das políticas de transparência. Advogado da empresa que acompanhou o acordo de leniência junto à CGU, em 2019 ele também falou sobre as lacunas jurídicas da Operação Lava-Jato, que acabou impulsionando a nova política de governança no setor.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img src="https://integridadeesg.insightnet.com.br/storage/2022/10/Adjair-Higor-Blanco-610x343.jpg" alt="" width="610" height="343"/><figcaption> <strong>“Para nós, que pagamos um alto preço por não ter um programa de integridade, entendemos que o custo de implantação vale a pena e é muito menor do que o custo de um desvio de conduta que pode ser gerado”</strong> </figcaption></figure></div>



<p> Leia, a entrevista completa, <a href="https://integridadeesg.insightnet.com.br/empreiteiras-investem-no-esg-para-superar-lava-jato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="aqui. (opens in a new tab)">aqui.</a></p>
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		<title>Hidrelétrica de São Roque, controlada pela Nova Participações, entra em operação.</title>
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				<pubDate>Sun, 25 Sep 2022 22:03:22 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Por Robson Rodrigues, Valor — São Paulo 21/07/2022 12h34 A usina de São Roque, no Rio Canoas, entre os municípios de Vargem (SC) e São José do Cerrito (SC), vai adicionar 142 megawatts (MW) de capacidade instalada ao sistema elétrico brasileiro. Depois de 11 anos...</p>
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<p class="has-small-font-size">Por Robson Rodrigues, Valor — São Paulo 21/07/2022 12h34 </p>



<p>A usina de São Roque, no Rio Canoas, entre os municípios de Vargem (SC) e São José do Cerrito (SC),  vai adicionar 142 megawatts (MW) de capacidade instalada ao sistema elétrico brasileiro.</p>



<p>Depois de 11 anos em construção e R$ 1,1 bilhão investidos, a última hidrelétrica com reservatório entrou em operação comercial no Brasil. A usina de São Roque, no Rio Canoas, entre os municípios de Vargem (SC) e São José do Cerrito (SC), deve adicionar 142 megawatts (MW) de capacidade instalada ao sistema elétrico brasileiro.</p>



<p>Confira matéria completa em <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Valor (opens in a new tab)" href="https://valor.globo.com/empresas/noticia/2022/07/21/hidreletrica-de-sao-roque-controlada-pela-nova-participacoes-entra-em-operacao.ghtml" target="_blank">Valor</a>.</p>
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